A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou uma investigação após um relatório da Sportradar apontar um volume anormal de apostas relacionadas ao cartão amarelo recebido por Lucho Acosta durante a partida entre Fluminense e Red Bull Bragantino, no dia 17 de julho. O jogo, válido pela 19ª rodada do Brasileirão, terminou empatado em 1 a 1.
O alerta foi dado pela casa de apostas 'Stake', que detectou o aumento nas apostas sobre o cartão amarelo de Acosta e notificou a Sportradar, empresa responsável por monitorar irregularidades para a Fifa. Em resposta à situação, a CBF informou órgãos como a Polícia Federal, o Ministério Público e o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
O Fluminense foi notificado sigilosamente pela CBF e afirmou estar disposto a colaborar com as investigações. O clube também divulgou que Lucho Acosta negou qualquer envolvimento em práticas ilícitas.
Na súmula do jogo, o árbitro Davi De Oliveira Lacerda justificou o cartão amarelo aplicado ao argentino por "atuar de maneira desrespeitosa", empurrando um adversário fora da disputa de bola durante uma confusão nos minutos finais da partida.