O Internacional enfrenta uma denúncia da Conmebol devido ao episódio da "chuva" de papel picado que ocorreu antes do jogo de volta das oitavas de final da Libertadores contra o Flamengo. O incidente, ocorrido em 20 de agosto no Beira-Rio, em Porto Alegre, atrasou o início da partida em 21 minutos.
A entidade que gere o futebol sul-americano imputou ao clube gaúcho infrações a três artigos distintos, incluindo o uso de sinalizadores por parte da torcida. Essas denúncias seguem o código disciplinar e o regulamento de segurança da Conmebol.
O caso será analisado pelo tribunal disciplinar da Conmebol, que decidirá sobre as penalidades a serem impostas ao clube do Rio Grande do Sul. O Internacional já apresentou sua defesa, destacando que o regulamento não é específico para atrasos como o ocorrido.
Durante a partida, que terminou com a vitória do Flamengo por 2 a 0, uma grande quantidade de papel picado desceu das arquibancadas, cobrindo o gramado e impedindo o início do jogo. A condição só foi normalizada após a remoção parcial dos papéis, resultando em um atraso significativo.
O árbitro uruguaio Esteban Ostojich, responsável pela partida, tomou a decisão de retardar o início até que o campo estivesse em condições adequadas. Segundo a diretoria do Internacional, a ação com papéis fazia parte da programação, mas não ocorreu como previsto.