Declaração de Renato agita imprensa sul-americana

Renato Gaúcho comenta sobre colombianos no Vasco e gera polêmica.
Foto: Reproducao
Declaracao de Renato Gaucho e destaque em jornais colombianos

A declaração do técnico Renato Gaúcho sobre a adaptação de jogadores colombianos no Vasco e no futebol brasileiro teve grande repercussão na imprensa da América do Sul. Veículos de comunicação da Colômbia, Equador e Argentina deram destaque à avaliação do treinador vascaíno.

Após a derrota por 2 a 1 para o Botafogo, em São Januário, Renato comentou sobre as dificuldades que o jogador Marino Hinestroza enfrenta para se destacar no Vasco. Ele mencionou os desafios no processo de adaptação dos atletas colombianos ao futebol brasileiro, especialmente por questões táticas.

 

Renato Gaúcho gerou polêmica após derrota do Vasco da Gama: “Os colombianos erram muito”— destacou o DSports.

 

Renato explicou que busca orientar os jogadores para tomarem decisões mais tranquilas em campo, mas que a correção de erros leva tempo. Ele enfatizou que, como ex-atacante, orienta os atletas a manterem a calma perto da área, onde o desespero deve ser do adversário.

O treinador revelou que, durante sua passagem pelo Grêmio, só autorizava a contratação de jogadores colombianos e equatorianos quando já estavam adaptados ao futebol brasileiro, destacando a significativa diferença tática que exige tempo para ser superada.

No elenco vascaíno, quatro jogadores colombianos são parte do grupo: Andrés Gómez, Marino Hinestroza, Rojas e Carlos Cuesta. A declaração de Renato ganhou manchetes em jornais esportivos do continente e também repercussão nas redes sociais.

No Twitter, Carlos Antonio Velez, comentarista da WinSportsTV, defendeu Renato dizendo que "a verdade dói", criticando a falta de autocrítica dos jogadores colombianos ao ironizar que, fisicamente, são os melhores, mas que falta inteligência tática.

Já o jornal "El Tiempo" optou por uma abordagem mais agressiva, afirmando que Renato Gaúcho "destruiu" Marino Hinestroza com suas declarações. A polêmica reforça a complexidade das adaptações culturais e táticas no futebol internacional.

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