Com a queda nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira redireciona seus esforços para o Mundial de 2030. A continuidade de Carlo Ancelotti no comando técnico prevê uma renovação necessária na equipe.
Novos talentos devem surgir ao longo dos próximos quatro anos. No gol, Hugo Souza e Carlos Miguel se destacam como promessas, enquanto o zagueiro Bento, quase convocado em 2026, permanece no radar.
No setor defensivo, jovens como Beraldo, do PSG, e Murilo, do Nottingham Forest, são observados atentamente. Nas laterais, Vanderson, do Monaco, e o promissor Kaiki Bruno, agora no Como da Itália, podem ganhar espaço.
No meio-campo, os já testados Gabriel Sara e Andrey Santos continuam como opções viáveis. Companheiros no Wolverhampton, João Gomes e André, buscam retomar espaço sob a nova direção técnica.
A concorrência entre os atacantes é acirrada. Nomes como Antony, do Betis, e o jovem talento do Manchester City, Savinho, são fortes candidatos às próximas convocações. O trio sub-24 formado por Kevin, do Fulham; Allan, do Palmeiras; e William Gomes, do Porto, também promete ganhar atenção.
A posição de centroavante oferece uma disputa intensa com jogadores como João Pedro, que busca nova chance após ficar fora da última lista mundialista. No Brasil, os destaques são para Vitor Roque, do Palmeiras, e o cruzeirense Kaio Jorge. Ainda na Inglaterra, o desempenho de Igor Jesus, no Nottingham Forest, chama a atenção.
A seleção também deve contar com retornos importantes de jogadores lesionados em 2026. O zagueiro Éder Militão; o lateral