O técnico Carlo Ancelotti enfrenta um verdadeiro quebra-cabeça para montar a seleção brasileira, especialmente no lado direito do campo, às vésperas da Copa do Mundo de 2026. Após uma série de lesões, o treinador se vê sem suas opções principais.
Raphinha, peça-chave no ataque brasileiro e jogador do Barcelona, é o mais recente a engrossar a lista de desfalques após sofrer uma lesão muscular na coxa direita. Ele já iniciou tratamento intensivo para tentar retornar aos gramados.
A situação começou a complicar meses atrás com Éder Militão, que sofreu uma grave lesão na coxa esquerda em abril e só deve voltar aos campos no final de 2026. Militão era considerado polivalente e uma escolha natural para Ancelotti na lateral direita.
Com a perda de Militão, a seleção viu outro nome ser cortado: Wesley. O lateral foi descartado após lesionar o adutor da coxa esquerda em um amistoso contra o Egito, faltando poucos dias para a estreia no torneio. Ederson, meio-campista da Udinese, foi chamado como substituto.
A lista de baixas não parou por aí. Estevão, que também estava nos planos de Ancelotti, sofreu uma lesão séria na coxa direita e não entrou sequer na pré-lista dos convocados. Além disso, Vanderson também ficou de fora devido a problemas físicos.
Alternativas e novos nomes
Diante dos desfalques, Ibañez foi convocado como uma solução híbrida entre lateral e zagueiro, já tendo atuado contra Marrocos. Danilo jogou contra o Haiti e surge como favorito para assumir a lateral direita.
Sem Estevão, Rayan ganhou espaço no elenco ao substituir Raphinha durante a segunda rodada da Copa. Luiz Henrique é outra opção experiente que Ancelotti pode utilizar para fortalecer o lado direito da equipe.
Na próxima quarta-feira, o Brasil encara a Escócia às 19h em Miami pela fase de grupos. Um empate garante vaga à próxima fase.
