Na manhã desta quinta-feira, Pedrinho foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em relação à confusão ocorrida durante a partida entre Cruzeiro e Vasco, que terminou em 3 a 3 no Mineirão, no dia 15 de março, pelo Campeonato Brasileiro.
O episódio envolveu reclamações à arbitragem de Lucas Paulo Torezin, do Paraná, e resultou na advertência do presidente do clube carioca. Pedrinho foi inicialmente denunciado no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que se refere a "conduta contrária à disciplina ou ética". No entanto, a comissão disciplinar concluiu que não houve desrespeito pessoal ao árbitro.
A Procuradoria do STJD classificou o procedimento de Pedrinho como uma "conduta extremamente reprovável". Apesar disso, sua absolvição foi confirmada. Em paralelo, o volante Barros, que foi expulso durante a mesma partida, recebeu punição de um jogo. Ele já cumpriu a suspensão automática devido ao cartão vermelho e está liberado para participar do confronto contra o Remo, que ocorrerá neste sábado, em Belém.
Além de Pedrinho, outros membros do Vasco também enfrentaram julgamentos. Felipe Loureiro, diretor do clube, e Clauber Rocha, gerente de futebol, foram avaliados por suas reclamações e por invadirem o campo durante o jogo entre Santos e Vasco, em 26 de fevereiro, que terminou em 2 a 1. Ambos receberam apenas advertências, sem suspensão.
O resultado das deliberações do STJD trouxe alívio para a equipe, que agora se concentra em seus próximos desafios no campeonato, com os jogadores e dirigentes cientes das consequências de suas ações dentro e fora de campo.
