A Fifa decidiu aumentar os valores destinados às premiações das seleções que disputarão a Copa do Mundo deste ano, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México. A deliberação ocorreu durante uma reunião do Conselho da entidade, realizada nesta terça-feira em Vancouver, no Canadá.
O campeão, que inicialmente receberia US$ 50 milhões, agora ganhará US$ 51 milhões, o que corresponde a R$ 267 milhões. Para o vice-campeão, a premiação aumentou de US$ 33 milhões para US$ 34 milhões. As equipes que ficarem entre a 33ª e 48ª posição receberão US$ 10 milhões, um incremento em relação aos US$ 9 milhões previstos anteriormente.
Além disso, a federação oferecerá uma ajuda de custos de US$ 2,5 milhões para a preparação das equipes. Portanto, o total que o campeão levará pode chegar a US$ 53,5 milhões, equivalente a R$ 267 milhões.
No total, serão distribuídos impressionantes US$ 871 milhões, ou R$ 4,3 bilhões, durante a Copa deste ano. Este aumento nos prêmios foi motivado pela expectativa de a Copa gerar receitas recordes para a Fifa.
Os prêmios iniciais foram estabelecidos em uma reunião no Qatar, em dezembro, mas foram reajustados recentemente. A decisão está alinhada com a previsão de superação da meta de US$ 13 bilhões em receitas durante o ciclo de 2023 a 2026, conforme os planos financeiros da Fifa.
Até o final de 2025, a entidade já havia garantido 93% da arrecadação planejada. Em 2022, a Fifa registrou uma receita de US$ 2,6 bilhões, superando em 9% o que havia sido projetado.
Esta semana, os dirigentes da entidade estão reunidos no Canadá para o 76º Congresso da Fifa. O país será palco de 13 jogos do torneio, com sete partidas em Vancouver e seis em Toronto.