Médico do Flamengo atualiza situação de Arrascaeta após cirurgia

Lesão pode afastar Arrascaeta da Copa; veja detalhes do caso.
Foto: Adriano Fontes/ Flamengo
Arrascaeta faz careta de dor ao precisar ser substituido em Estudiantes x Flamengo pela Libertadores

Luiz Macedo, médico do Flamengo, trouxe mais informações sobre a recuperação de Giorgian De Arrascaeta. O jogador uruguaio sofreu uma lesão na clavícula durante a partida contra o Estudiantes, que terminou em empate de 1 a 1. Este jogo ocorreu na última quarta-feira (29), durante a 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.

Com a lesão, há especulações sobre a presença de Arrascaeta na Copa do Mundo, que começa no dia 11 de junho. O médico evitou comparações com Montoro, atleta do Botafogo, que enfrentou uma lesão similar.

Luiz Macedo comentou sobre o processo de recuperação do jogador: “O Arrasca fez a cirurgia ontem, está em casa já, e a gente sempre se baseia na literatura. Mas são atletas de alto rendimento, seres privilegiados. Tem aquela média (de retorno), mas podem voltar antes. Óbvio que a Copa é interesse dele, que quer voltar o mais rápido possível”.

Ele também ressaltou a individualidade na recuperação: “Existem etapas que ele precisa cumprir. Não tem como garantir que (a recuperação) vai durar tantas semanas. É difícil comparar atletas porque há vários tipos de fraturas. Se a gente tiver a mesma lesão, eu posso voltar em duas semanas e você, em quatro. A individualidade biológica muda”.

O prazo de retorno é estimado entre oito a 12 semanas, o que equivale a dois ou três meses. No entanto, Luiz Macedo destacou as particularidades de cada corpo, que podem acelerar ou atrasar o retorno de Arrascaeta aos gramados.

Ele explicou a importância da cirurgia para atletas de alto rendimento: “No atleta de alto rendimento, a cirurgia é indicada porque devolve a ele a estabilidade da articulação. Sem dor, ele consegue trabalhar com mais precocidade os movimentos, e conseguimos ganhar um tempo nesse processo. Quando a gente fala em retorno, é retorno ao jogo, são métricas para voltar a campo. Os estudos são heterogêneos, pega gama de atletas de condições diferentes. O prazo médio é de oito a 12 semanas, mas tem atletas que voltam com seis, outros com 14. De seis a 12 a gente engloba todos esses estudos”.

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